Quarta mensagem

Pai encostanto a testa na do bebê

Nada sem emparelha à possibilidade
De um só riso
Seu

Nem à chance de ser quem aparelha
O sol de verão
E catalisa grilos
Noturnos

Nada se compara ao horizonte côncavo
No qual seguro suas mãos,
As duas,
E giro, giro, giro
Em mil rotações por minutos
E redijo uma poesia
De girassol

E me assentar contigo
Apontar o céu
Contar o enredo das poucas constelações
Enquanto você me apascenta
Com substância simétrica
Perfeita e
Sideral

Ver seus olhinhos sem precedentes,
Improváveis
Sem preconceitos;

Absurdamente amplos a sorver
Estrelas, oceanos, textura de areias,
Ideias sem premissas ou promessas, quando
Aerado
Esboço um modesto sentido de Deus.

 

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