Do não suposto

Sol nascendo sobre o mar, alguma sombras

Enterrar a haste
Em correto prumo
E medir a sombra
Quando a hora tomba
No salão do dia

Perceber as partes
Entre as penumbras
Se deitando ao solo
Sobre o meu colo
Sobre a flor esguia

Entender preâmbulos
Divagar poslúdios
Distinguir o que ilude
Incluir o que a alude
À luz que media

Aplaudir sonâmbulo
Ao dormir do dia

Ter na boca o sonho
Do que não suponho

Nunca se esvazia.

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2 comentários sobre “Do não suposto

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