Máximas

Céu estreladoA boca da noite vazia
Sorria
E as estrelas (não mais fixas)
São seixos brancos
Refletindo o sol
Do meio-dia.

As constelações zodiacais
São constatações frias
Quais certidões habituais
Das coisas mais simples
Da vida.

Afinal
Nuvens explodem parindo estrelas
Que implodem sobre si mesmas
Instâncias siamesas
E antonímias.

Entendo a metonímia
Das palmas das mãos
Para cima

E como minhas máximas
São tão
Mínimas.

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