Canção da intenção

Senhor sorrindo

Sei que os dentes estão podres
Há muitas bocas banguelas
E a canção tem lugar na viela

Onde as vistas de amigos são juntas
E seus braços são laço e vespeiro
Vasto hall onde dançam os ponteiros

Onde a hora se desconjunta
E se encontra o final e o primeiro
No agora não dado a terceiros

Onde o tempo enfim se rejunta
Por si mesmo, qual ladrilheiro
E o azul é veleiro e mar



Lá lá

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2 comentários sobre “Canção da intenção

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