O centro da rosa

Pétala num redemoinhoEsse torvelinho de pétalas
Leva-me ao centro da rosa
Onde tudo se aflora
Onde o botão da tez
Se desfez.

É de lá, do redemoinho,
Que trago um buquê de poemas
Com sensação de cinema
Sem qualquer previsão
De lugar.

Tudo se resume ao ponto
Ao centro da flor, no encontro
Das camadas de pele com o ar,

De onde sair se consegue,
Mas nunca se sabe
Adentrar.

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