Supernova

Supernova

Quem conhece seus calabouços
E o descompasso dos seus soluços
Calados sem solução;

Seus silêncios de pedra absinto;
Seus trizes aos lábios de abismos;
E o ósculo de Caronte que leva dentro si,
Sabe a essência
Da anuência da alma.

Alma boa
É alma plena
De ausência plana
É lua cheia
É rosa ávida
É supernova.

Mas supernova
É estrela morta
Esfera pálida
Que paga o ônus
Dos excessos
De luz.

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