Mirantes de embora

Cadeira vazia na estradaNo alpendre da etérea cidade
Há troncos, verduras em bailes.
Ao zumbido rubro da tarde
Se penduram mirantes de embora.

Ouço som de asas, gaivotas
Sugerindo distância de porto
Qual ilhota tornando-se ponto
A partir do lugar que me ponho.

Ai, meu Pai, acordar de um sonho
É lançar-me ao léu dessa beira
É deixar de comer mel de abelha
Em meu leito prever marimbondos.

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