O meu céu

Galáxia do SombreroLá do alto
As nuvens fingem que não me veem,
Fico sempre às suas sombras.

Olho as constelações
E imagino estrelas duplas
Triplas, sistemas múltiplos.
Galáxias multicoloridas.

É tanta estrela
Que não consigo perceber
Descontinuidade de luz
Todas se abraçam
Em braços iluminados
Numa linha que forma
Figuras que sempre desejei.

Uma galáxia espiral
Nasce com seus braços longínquos
Estendidos até o zênite:
São muitos arcos quadrados
O espaço da beleza celeste.

Meu planeta tem muitas luas
E um planeta azul
Com vários anéis
Casados com a minha essência
Rupestre.

No meu céu
Minha alma é completa em si
Ou incompleta o suficiente
Para ser preenchida pelo negro infinito
Que as muitas cores
Vestem.

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