Dança da cadeira

Cadeira de balanço

Ponha as cadeiras na varanda.
Veja a tarde que se esvai
E a noite que se levanta.

Muitas unhas há nos umbrais
E olhos de quem se espanta,
Pela cadeira que se desfaz,
Pelas outras que saem à dança.

Na varanda, o que há demais?
O que sobrou que ainda encanta?
Um par de vistas me subjaz,
E o raminho de uma planta.

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Um comentário sobre “Dança da cadeira

  1. Tão bonito, Sandro. Os olhos dos velhos me impressionam. Às vezes me vejo com este mesmo olhar. Nem me fale do tempo… Abraço!

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