Quebra de simetria


A simetria do espelho d’água
Equilibra a balança, me ilude criança;
E os sorrisos da solidão sob a água
São estrelas de algas.

Das luas equidistantes
Procedem risos flutuantes,
Processam o caos ordenado
Das ordenhas do mal diário.

As estrelas são irmãs siamesas,
Duplicadas em simetria;

Duplicatas dos meus cometas
Sobre mármore de mesa
Sob cruzes esguias.

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